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quarta-feira, 24 de março de 2010

A letra P. Muito legal!

APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor paulista, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora, pernoitando por perto. Prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulino pediu para pintar panelas. Posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir. Pediu permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso. Percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações. Pelos passos, percorriam permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo, Pedro Paulo, precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.. Povo previdente!
"Preciso partir para Portugal porque pretendem, pela primavera, pintar principais portos, painéis, personalidades, prestigiando patrícios", pensava Pedro Paulo.
- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

- Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Passando pelo porto, penetrou pela pequena propriedade patriarcal pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Por que pintas porcarias?
- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, prefiro poder procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar. Pegando pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte, precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos. Passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Posteriormente, partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente, Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente, Pedro Paulo preferia pintar paredes, pisos, portas, portões, painéis. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando....
'Permita-me poder parar. Pretendo pensar. Peço perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei'.

domingo, 2 de março de 2008

Desenhos de Hitler

A mente doentia, quem diria, escondia um artista de qualidade.

Berlim - O genocida alemão Adolf Hitler era um apaixonado pelos desenhos da Branca de Neve e do Pinóquio feitos pelos estúdios de Walt Disney, chegando ao ponto de copiar os personagens em histórias em quadrinhos como passatempo, segundo um historiador norueguês.

William Hakvaag, diretor do Museu da Guerra de Lofoten, na Noruega, está convencido de ter adquirido quatro exemplares desses desenhos feitos pelo "Führer", afirma a edição online da revista semanal alemã "Der Spiegel".

As cópias, datadas de 1940, um ano após a invasão da Polônia que deflagrou a Segunda Guerra Mundial, foram adquiridas por Hakvaag em um leilão na Alemanha e levam as siglas "A.H.", ou "A. Hitler", como no caso da Branca de Neve.

Soneca, um dos anões da Branca de Neve, uma das personagens preferidas pelo ditador responsável pela morte de 6 milhões de judeus

O historiador norueguês não duvida da autenticidade dos desenhos, apesar de estes ainda não terem sido reconhecidos como tais, e se baseia em parte na conhecida admiração de Hitler por Disney.

Dengoso, também da Branca de Neve, esteve presente nos cadernos de Hitler

O ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, presenteou Hitler no Natal de 1937 com 12 cópias de filmes do personagem Mickey e, como lembra a "Spiegel", a partir daí surgiu o projeto de criar dentro do regime sua própria produtora de desenhos animados.





Fonte: Último Segundo

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Veja de quem é a voz da chamada a cobrar


A dona da voz é a locutora paulista Patrícia Godoy. Toda vez que você liga para alguém a cobrar, ouve a mensagem ‘chamada a cobrar: diga seu nome e a cidade de onde está falando’. Quem está do outro lado da linha, recebendo a ligação, ouve ‘chamada a cobrar: para aceitá-la, continue na linha após a identificação’. As duas mensagens foram gravadas com a voz de Patrícia, que você vê na foto acima. Apesar de ser formada em piano clássico, educação física e laboratórios médicos, Patrícia trabalha como atriz desde os 15 anos, quando começou a fazer comerciais, gravar jingles e dublar vozes. A dona da voz também já fez novelas e apresentou telejornais no SBT. Agora sua principal ocupação é como locutora de comerciais. ‘Meus amigos já até sabem quando um comercial tem a minha voz’, diz. A chamada a cobrar automática (com a discagem do 9 na frente do número) existe no Brasil desde 1984. Antes, dava um trabalhão: o usuário tinha que ligar para a telefonista, que então fazia a ligação. Hoje, quando alguém recebe uma chamada a cobrar, tem seis segundos para decidir se a aceita ou não – é nesse intervalo que entra a mensagem com a voz da locutora. Depois desse período, a ligação começa automaticamente a ser cobrada.

Fonte: Revista Mundo Estranho, Editora Abril.